Rapte-me Camaleoa
Eu queria poder olhar a lua e saber que eu posso alcançá-la. Eu queria poder correr de olhos fechados e saber que eu não vou tropeçar. Eu queria poder brincar na chuva e saber que não vou pegar um resfriado. Eu queria poder cantar e ser escutado. Eu queria poder dormir sem ter pesadelos. Eu queria poder cair de joelhos e chorar, chorar o máximo que eu puder, lavar minha alma que está intacta há tanto tempo. Porque, meu bem, até os mais fortes e felizes têm direito de chorar.
Sou tímida. Um montão de gente ri quando falo isso, mas sou tí-mi-da. Só quem me conhece a fundo sabe. É que sou o tipo de gente que todo mundo pensa que conhece. Mas se enganam feio. Pouquíssima gente me desvenda. Mostro só o que quero. Não por maldade, mas por proteção. A gente tem que aprender a se proteger. Das escolhas dos outros. E até mesmo das nossas próprias escolhas.
Clarissa Corrêa.  (via versificar)
Rir é correr o risco de parecer tolo. Chorar é correr o risco de ser sentimental. Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu. Confiar é correr o risco de se decepcionar. Amar é correr o risco de não ser correspondido. Viver é correr o risco de morrer, mas lembre-se: Os barcos estão mais seguros no porto, porém não foram feitos para isso.
Não sou capaz de falar metade das palavras bonitas que guardo para muitas pessoas. Não sei se você me entende, mas dizer palavras bonitas não depende somente de nós. Porque o outro precisa entrar na sintonia, sentir como nós, receber da mesma forma que estamos enviando. Entende isso? As palavras precisam fazer valer, e nem sempre me arrisco a desperdiçá-las.
Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.
Mario Quintana.